Já
que esse é evidentemente o primeiro post do blog resolvi falar sobre o meu
hobby favorito: JOHNNY DEPP. Mas pretendo focar aqui não somente nesse ator,
mas principalmente no filme que também dá título ao post: Piratas do Caribe.
Voltando ao Johnny, costumo dizer que minha paixão por ele não foi nem à
primeira, nem segunda e muito menos a terceira vista, pois já havia assistido a
vários filmes dele até finalmente me tornar fã.
O
primeiro deles foi o mais óbvio possível. Edward Mãos de Tesoura. Vi a primeira
vez na Sessão da Tarde quando tinha uns 5/6 anos de idade. Adorei o filme e
sempre que reprisava eu assistia novamente, mas nunca havia me importado com
qual ator fazia o personagem principal, afinal de contas, eu era só uma criança
e não ligava para esses detalhes. Outros filmes como Férias do Barulho, Medo e
Delírio, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça e A Noiva Cadáver fizeram parte da
minha infância, mas, como sempre, ainda não havia notado que ator estava por
trás de toda aquela maquiagem, fantasia ou careca.
Somente
em 2006 é que pude assistir ao filme que definitivamente mudou a minha vida.
Sinto-me emocionada em falar sobre ele, pois essa é a história que me faz esquecer
a chatice que é a minha vida e que até hoje me leva a lugares como Tortuga e
Isla de Muerta. Falo de Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra. Vi
quando passou pela primeira vez na Globo e me emocionei com toda a trama.
Digam-me se existe alguma menina ou mulher que assistiu a esse filme e que
nunca quis ser Elizabeth Swann ou que, à noite, não sonhou com navios, piratas
e tiros de canhão.
O
grande e ilustre Capitão Jack Sparrow é para mim a personagem mais memorável da
história entre tantos filmes e livros lidos e assistidos. Creio que todos se
identificaram com esse “maldito pirata”. “Um bom homem”, como diria Elizabeth.
Inteligente, corajoso (às vezes), lindo e incrivelmente sujo. Se mesmo com
tantas qualidades você, minha querida leitora, não se atraiu por nosso Capitão,
espero que se interesse por Will Turner. Jovem e ingênuo, um ferreiro
apaixonado por sua bela donzela que está em perigo em meio ao alto-mar. Saiba
que ele treina três vezes por dia para quando encontrar um pirata puder
mata-lo. Quem diria que ele se tornaria o Capitão do Holandês Voador, mas
acredito que isso também será assunto para outro post (muitos assuntos estão
borbulhando em minha cabeça, já que isso aqui é só o comecinho do blog). Outra
vez você sonhará em ser Elizabeth e talvez até amaldiçoe-a por não ter a sorte
de ter cavalheiros tão distintos aos seus pés.
Voltando
a falar de Piratas do Caribe, diferente da maioria das fãs que vejo por aí,
prefiro o segundo filme, O Baú da Morte. Acho incrivelmente engraçado e
dramático, pois apesar de rir o filme inteiro, me derramei em lágrimas com a
morte de Jack (espero que vocês não considerem isso aqui como spoiler). Entre o
segundo e o terceiro filme o que mais rolou foram lágrimas. As mortes de
personagens tão amados por mim como Jack, Will e Norrington me deixaram no
chão. Imaginem só como foi descobrir em 2011 que toda a tripulação de patifes
do Pérola Negra havia sido morta por Barba Negra e que o meu amado Pérola está
dentro de uma garrafa de rum!
Grandes
desafios aguardam o Capitão Sparrow em Piratas 5. Ainda tenho esperanças que
Pintel, Raguett, Cotton, Martt e outros tão memoráveis marujos também serão
ressuscitados. Que chegue logo 2015! Mal posso esperar!
Também me tornei fã do Johnny assistindo PdC- A Maldição do Pérola Negra, também em 2006.
ResponderExcluirGostei e concordo com seu ponto de vista sobre o filme...